O hotel Diogo possui uma boa localização, próximo à avenida beira mar e à feira de artesanato de Fortaleza (cerca de 1Km). Fica ao lado do Habib’s, perto de farmácia, padaria e outros pontos comerciais.
O hotel possui uma grande estrutura, que, segundo informações, passou por reformas recentemente, porém não é o que parece. Ficamos em uma acomodação Standard, no 12º andar (1206), localizada à direita da saída do elevador principal. O quarto é muito pequeno, possui uma micro varandinha com vista para a rua lateral, onde não pudemos nem sequer assentar e jogar conversa fora, pois, só o compressor do ar condicionado split ocupava praticamente toda a sacada (de tão grande!).
Já na chegada (depois que vi o quarto) solicitei um up grade na diária (de Standard ara luxo com vista para o mar), mas o hotel estava com 100% de lotação. Foi feita a observação de troca de acomodação pra uma luxo assim que possível.
O banheiro é algo simplesmente indescritível de tão ruim. Não possui ventilação adequada (sem janelas e sem exaustor), os rejuntes possuem mofos, o cômodo é muito pequeno, com cortininha de plástico fazendo a vez de Box (e ela não era descartável, pois estava em más condições de conservação), a lixeira é aberta, o vaso sanitário fica praticamente dentro do Box (pouco espaço) e o pior ainda está por vir...
No segundo dia no hotel, chegamos à noite e, quando estava no banheiro, tive a desagradável surpresa de ver uma barata gigante (praticamente do tamanho de um rato) vindo em minha direção (provavelmente saiu do ralo do banheiro que não possui tampa escamoteável). Gritei muito, porque além de ter muito nojo deste vetor, me assustei demais.
Com o grito, Fernando levou um enorme susto e veio em minha direção perguntar o que era... Nem precisei falar, pois ele deu de cara com aquele monstro! Imediatamente ele, em uma atitude de super herói, pegou o seu chinelo (legítima havaiana) e matou aquela coisa horrorosa. Foi perna pra um lado e corpo pro outro...
Eu, como não ia ficar com aquele bicho morto dentro do quarto, falei com Fernando pra dar um jeito na situação. Ele simplesmente jogou a barata no corredor do hotel, em frente ao elevador! Todos que descessem saberiam que naquele hotel haviam seres asquerosos com livre acesso a tudo! Achei a atitude dele muito inteligente!rs.
Concomitante com essa ação dele, eu liguei para a recepção e solicitei providências imediatas. Depois de cerca de 20 minutos, um rapa muito prestativo lavou o banheiro, trocou as toalhas e jogou álcool no chão, onde a barata foi morta.
Como já havia solicitado um up grade, queria mais do que nunca sair daquele quarto. Mas esta mudança ficou só na vontade. Não fui atendida.
A Internet do hotel simplesmente NÃO funciona, é literalmente virtual. Isso contribuiu para o total atraso das postagens no blog.
A piscina, além de minúscula, fica na frente do hotel, por isso, não dá ibope algum.
O café da manhã é muito bom, bem variado, mas o número de mesas é incompatível com o de hóspedes. São feitas tapiocas e omeletes no salão do café da manhã, que tem ar condicionado... imagina que maravilha! Fica tudo enfumaçado e saímos de lá como omeletes ambulantes. Não há lavabo no local, então você tem que lavar as mãos no quarto e abrir e fechar a porta e acionar o elevador com o dorso da mão ou com o cotovelo (ou, ainda, com ajuda de um papel toalha), e todos ficam te olhando como se fosse louco. E eu fico olhando pros demais pensando: que povo porco! Rs.
Oferecem toalhas para praia sem cobrança de taxas, sempre tem uma balinha (razoável) na recepção e o elevador é silencioso.
Enfim, eu acho que esse hotel só tem nome, mas não compensa ficar lá. Não penso em me hospedar lá novamente, nem de graça.
Fizemos uma visita ao Quality (que é onde íamos ficar anteriormente) e simplesmente quase desmaiei de raiva, pois, além de mais barato, é um Sr. hotel (frente para o mar, quarto amplo, banheiro limpo e amplo...) e fica muito perto da feirinha. Se arrependimento matasse não estava postando esse capítulo!