domingo, 1 de agosto de 2010

Noite em Arraial

O charme de Arraial pode ser percebido ao longo da estrada do Mucugê fica por conta da iluminação especial visualizada desde o início da noite, juntamente com a charmosa decoração dos estabelecimentos comerciais que compõem esta rua.

Existem restaurantes variados, que oferecem desde pratos regionais e frutos do mar até pratos da alta gastronomia.
Para um lanche rápido, a Esfiha e CIA é uma ótima opção (esfihas abertas feitas na hora por 2,50 cada).
A sorveteria Coelhinho também fica na rua Mucugê, e na porta tem um coelhinho muito bonitinho de pelúcia que fica pedalando uma bicicleta com uma cestinha linda!

Para um jantar a dois não muito sofisticado, boas opções são o Brazil em Cores e Sabores (prato executivo 35 reais para o casal), a Pizzaria do Binho (rodízio 15 reais cada) e outras pizzarias (Rapha, Arraial, Du Chaves , as creperias (Miloca, e crepes By Miloca), café lounge, Boi nos Aires...

Beco das Cores (Pizzaria Pitanga, Axé Cachaçaria e Sushi do Beco), entre outros.

Para um jantar mais elaborado, sem dúvidas, as melhores escolhas são o Don Fabrízio na própria rua Mucugê ou o Aipim no Beco do Jegue (pratos elaborados por chef's, com alta gastronomia internacional).
No dia do nosso aniversário de casamento) fomos ao Don Fabrízio e foi simplesmente perfeito (ambiente, atendimento e qualidade dos pratos).




O Mr. Pastas também é legal, com opções de massas frescas e carnes assadas no fogo de chão. A partir das 23h a melhor opção é o Morocha Club, onde a galera jovem se reúne (música ao vivo bem diversificada e ambiente muito agradável). Em frente (do outro lado da rua)também existem boas opções, como Xaxá Grill & Choperia e Ethnic.
Recomendamos também passeio pela Bróduei, que é uma rua com várias lojinhas de artesanato e bares, que nos conduz à Igreja N. Sra. d'Ajuda, onde há também uma pracinha (um pouco mal iluminada).
Se quiser ficar quietinho e pedir uma pizza, a Pizzaria du Chaves faz entregas até mesmo nas pousadas, cobrando uma taxa de entrega de 5 reais (pizza grande por cerca de 24 reais mais a taxa de entrega). A pizza é gostosa e a entrega é rápida.

Agora é só utilizar estas dicas e aproveitar bem a noite em Arraial.

Hotel Enseada dos Corais - Arraial d'Ajuda




O hotel fica localizado de freente para o mar (o quintal do hotel emenda com as areias da praia de Mucugê), o que permite (dependenso da acomodação escolhida) vistas indescritíveis.

Até a vista do banheiro é maravilhosa!


O quarto é bem limpo (exceto na metade superior do banheiro), tem frigobar (vazio – aquisição de produtos na recepção), ar condicionado split (silencioso e muito efiitente), tv LCD 32 polegadas (canais básicos), cama Box king, roupas de cama de qualidade com trocas diárias de lençol e fronhas(a colcha cobre leito não foi trocada e era branca até o momento em que o protetor solar e a água ferruginosa característica do local começou a deixá-la amarelada), travesseiro confortável, banheiro limpo (na metade inferior), piso de porcelanato com detalhes e granito, decoração clara e bonita, varanda espaçosa, com uma mesa e duas cadeiras, lavabo separado do banheiro (moderno com cuba externa à bancada), guarda roupas com cabides,cofre (sem tarifa adicional para uso), dois criados mudos, luminária e telefone e espelho grande. Gostei demais do local.


É importante saber que as tomadas são 220 e de 3 pinos (eles disponibilizam apenas 2 adaptadores). A energia é dependente do cartão das chaves.
A ducha do banheiro, apesar de ser bem grande, não proporciona um jato de água daqueles que relaxa... está com obstrução de algumas saídas de água, estão ficamos “catando” os pingos debaixo do chuveiro. A água possui um odor bem ferruginoso.
O café da manhã deixa a desejar. É uma fartura danada: logo no primeiro dia fartô margarina, pratos, guardanapos, leite frio (acabava e demorava demais a ser reposto). No horário de 8 às 9:30 há uma verdadeira disputa por locais nas mesas (que são poucas) e pelos alimentos (que vão acabando).
A internet só funciona na recepção, que é cheia de pernilongos e a iluminação é bem deficiente.
O quarto, no segundo dia, só foi limpo no final da tarde, pois, pelo que percebemos, são poucas funcionárias realizando este tipo de serviço.
Se quiser se hospedar neste hotel e aproveitar melhor a vida noturna de Arraial (que por sinal é muito convidativa), é interessante, se você não tiver vindo no seu carro, alugar um, ou ter um dinheiro disponível pra táxi (15 reais só pra ir até o centro). As lotações que fazem o trajeto Mucugê - centro - balsa cobram 2 reais por pessoa, porém precisam de pelo menos 6 a 8 pessoas pra sair.
Nós optamos por ir à pé para o centro (subindo o morro de paralelepípedo mal iluminado a passos largos e andando bem rápido mesmo) e voltar correndo (pra economizar um dindin, gastar calorias e malhar as pernocas!). Sempre esperávamos alguém descer ou subir pra gente não fazer o trajeto sozinhos. Até essa parte foi legal viu!
Esses são apenas detalhes que consideramos importantes pontuar, mas, no geral, os pontos positivos superam, com certeza, os negativos. Sendo assim, recomendamos o Hotel.

Hotel Ponta do Sol - NATAL

O hotel Porto do Sol, segundo informações da funcionária Anne, é padrão 4 estrelas. Pra mim não passou de um hotel comum e muito mal administrado.
Tem uma estrutura até bonita, elevador novo, silencioso, boa localização (uma rua acima da beira mar e uma abaixo da avenida principal) e foi inaugurado no final do ano de 2009.
Chegamos à noite em Natal e fomos encaminhados ao quarto, que, segundo o recepcionista, era super luxo. É um quarto espaçoso, com ar condicionado split, tv tela plana, banheiro espaçoso, com Box blindex, secador de cabelos e aparentemente bem confortável.
Essa impressão começou a ser desfeita quando voltamos pro quarto, depois de comer as tapiocas. Fomos tomar banho e simplesmente a água não aquecia de jeito nenhum. Fernando ligou para a recepção e simplesmente fomos informados que houve um problema com a caldeira e, por isso, a água não iria aquecer. Como o chuveiro não era elétrico, tivemos que tomar um banho G E L A D O. Uma maravilha!!!
Depois, tentando ligar o ar condicionado, percebemos que o controle remoto estava com um mau contato irritante, que não foi resolvido até o último dia.
Peguei o note pra tentar postar os textos que estavam atrasados pela ineficiência da Internet do outro hotel e percebi que no Porto do Sol o problema era o mesmo. A Internet NÃO funciona, é muito deficiente...
Um fato que me irritou bastante foi o de que, duas semanas antes de ir pra Natal, fiz contato com a eficiente Anne, solicitando acomodação no terceiro piso, pra ficar afastada da área da piscina (não ser incomodada por música ou barulhos característicos desta área dos hotéis) e ela me retornou a mensagem afirmando que minha solicitação havia sido atendida. Ao chegar, fomos encaminhados a uma acomodação no segundo piso, de frente para a piscina e com fundos para a sala de jogos - totó e sinuca). Aqueles barulhos me irritaram de uma tal forma que vocês nem imaginam. Imediatamente solicitei a troca de acomodação, e fui informada de que o hotel estava lotado, mas a mudança ocorreria no dia seguinte. Ficamos até sábado no mesmo quarto, porque não houve disponibilidade. Não quis criar encrenca, porque ia acabar chateando Fernando, mas acho que a divulgação através do Blog é uma excelente forma de expressar meu descontentamento com a péssima administração daquele lugar.
A cama do quarto é bem grande e espaçosa, mas, apesar de ser um hotel recém inaugurado já está com os colchões empenados. Outro fato bem irritante foi o das roupas de cama. A cama era king e havia apenas um lençol de casal pra gente se cobrir. Como estava quente, nem me importei com a ausência da colcha ou edredon, mas o tamanho incomodou muito (Fernando ficou várias vezes destampado coitado!). No outro dia, haviam duas colchas de solteiro e não havia lençol de cima (virol). Ligamos pra recepção e solicitamos um lençol (o recepcionista custou a entender que queríamos um lençol... ele perguntou várias vezes se era com elástico!!!). Após uns 20 minutos alguém bate (com muita vontade) na porta e no entrega um lençol. Ao desdobrá-lo, percebemos que é de solteiro! Ninguém merece uma coisa dessas viu. Estávamos tão cansados que resolvemos nos virar com aquele mesmo.
O isolamento acústico dos quartos não existe. Tivemos o azar (como se não bastasse tudo que já descrevi) de ter um “vizinho
” de quarto que ia dormir cedo e acordava tarde. O problema é que ele roncava horrores (em alguns momentos ele engasgava e parecia que estava morrendo!). Nosso quarto tinha uma porta (Fernando muito curioso abriu e viu que tinha outra porta!) que, com certeza, é utilizada para tornar a acomodação conjugada... E pra piorar a situação e nos fazer sentir ainda mais a falta de isolamento acústico do local, fomos premiados com o fato de que as mesinhas de totó e de sinuca ficavam bem perto do quarto!
A sala de ginástica fica num pátio, dividindo espaço com a sala de jogos (atrás do nosso quarto - 214) e é equipadíssima com 2 esteiras e 2 elípticos, e mais NADA! Era preferível nem ter esse espaço que ninguém usa (de tão atrativo).
O café da manhã é razoável, com poucas variedades e os itens foram os mesmos durante os 5 dias!
O salão de café da manhã é pequeno, com número insuficiente de mesas. Os horários são inflexíveis (tivemos que negociar com a empresa que nos levou a João Pessoa pra nos pegar no hotel por último – 06:45 - porque não pudemos tomar o café 15 minutos antes do horário determinado – 06:30).
Os responsáveis pelo estabelecimento simplesmente não sabem por onde passa a palavra gestão, nos fazendo sentir essa indigestão constantemente.
Definitivamente N Ã O recomendamos este hotel.

Hotel Diogo

O hotel Diogo possui uma boa localização, próximo à avenida beira mar e à feira de artesanato de Fortaleza (cerca de 1Km). Fica ao lado do Habib’s, perto de farmácia, padaria e outros pontos comerciais.
O hotel possui uma grande estrutura, que, segundo informações, passou por reformas recentemente, porém não é o que parece. Ficamos em uma acomodação Standard, no 12º andar (1206), localizada à direita da saída do elevador principal. O quarto é muito pequeno, possui uma micro varandinha com vista para a rua lateral, onde não pudemos nem sequer assentar e jogar conversa fora, pois, só o compressor do ar condicionado split ocupava praticamente toda a sacada (de tão grande!).
Já na chegada (depois que vi o quarto) solicitei um up grade na diária (de Standard ara luxo com vista para o mar), mas o hotel estava com 100% de lotação. Foi feita a observação de troca de acomodação pra uma luxo assim que possível.
O banheiro é algo simplesmente indescritível de tão ruim. Não possui ventilação adequada (sem janelas e sem exaustor), os rejuntes possuem mofos, o cômodo é muito pequeno, com cortininha de plástico fazendo a vez de Box (e ela não era descartável, pois estava em más condições de conservação), a lixeira é aberta, o vaso sanitário fica praticamente dentro do Box (pouco espaço) e o pior ainda está por vir...
No segundo dia no hotel, chegamos à noite e, quando estava no banheiro, tive a desagradável surpresa de ver uma barata gigante (praticamente do tamanho de um rato) vindo em minha direção (provavelmente saiu do ralo do banheiro que não possui tampa escamoteável). Gritei muito, porque além de ter muito nojo deste vetor, me assustei demais.
Com o grito, Fernando levou um enorme susto e veio em minha direção perguntar o que era... Nem precisei falar, pois ele deu de cara com aquele monstro! Imediatamente ele, em uma atitude de super herói, pegou o seu chinelo (legítima havaiana) e matou aquela coisa horrorosa. Foi perna pra um lado e corpo pro outro...
Eu, como não ia ficar com aquele bicho morto dentro do quarto, falei com Fernando pra dar um jeito na situação. Ele simplesmente jogou a barata no corredor do hotel, em frente ao elevador! Todos que descessem saberiam que naquele hotel haviam seres asquerosos com livre acesso a tudo! Achei a atitude dele muito inteligente!rs.
Concomitante com essa ação dele, eu liguei para a recepção e solicitei providências imediatas. Depois de cerca de 20 minutos, um rapa muito prestativo lavou o banheiro, trocou as toalhas e jogou álcool no chão, onde a barata foi morta.
Como já havia solicitado um up grade, queria mais do que nunca sair daquele quarto. Mas esta mudança ficou só na vontade. Não fui atendida.
A Internet do hotel simplesmente NÃO funciona, é literalmente virtual. Isso contribuiu para o total atraso das postagens no blog.
A piscina, além de minúscula, fica na frente do hotel, por isso, não dá ibope algum.
O café da manhã é muito bom, bem variado, mas o número de mesas é incompatível com o de hóspedes. São feitas tapiocas e omeletes no salão do café da manhã, que tem ar condicionado... imagina que maravilha! Fica tudo enfumaçado e saímos de lá como omeletes ambulantes. Não há lavabo no local, então você tem que lavar as mãos no quarto e abrir e fechar a porta e acionar o elevador com o dorso da mão ou com o cotovelo (ou, ainda, com ajuda de um papel toalha), e todos ficam te olhando como se fosse louco. E eu fico olhando pros demais pensando: que povo porco! Rs.
Oferecem toalhas para praia sem cobrança de taxas, sempre tem uma balinha (razoável) na recepção e o elevador é silencioso.
Enfim, eu acho que esse hotel só tem nome, mas não compensa ficar lá. Não penso em me hospedar lá novamente, nem de graça.
Fizemos uma visita ao Quality (que é onde íamos ficar anteriormente) e simplesmente quase desmaiei de raiva, pois, além de mais barato, é um Sr. hotel (frente para o mar, quarto amplo, banheiro limpo e amplo...) e fica muito perto da feirinha. Se arrependimento matasse não estava postando esse capítulo!

Mucugê, Parracho e Pitinga

Hoje o café da manhã foi mais tranqüilo. Haviam mesas desocupadas e não faltou nada.
Fomos cedo pra praia de Mucugê e fizemos uma caminhada de cerca de 3km pela areia, passando pela praia de Parracho (cheia de algas nas areias trazidas pelo vento sul e, por isso, sem nenhum banhista)...


...e depois de Pitinga (linda, com águas claras, poucas ondas e poucos recifes).

Durante este trajeto vimos hotéis, pousadas e belas casas beira mar. Na praia de Pitinga há uma estrutura muito boa constituída de 5 barracas, bem grandes com áreas cobertas e com várias mesinhas na areia com sombrinhas e espreguiçadeiras.
Assim que chegamos em Pitinga, caiu uma chuva muito forte, acompanhada de uma ventania daquelas (vento sul). Isso durou cerca de 20 minutos e depois o sol voltou, lindo, como se nada tivesse acontecido! Ô natureza maravilhosa! Andamos um pouco sobre os recifes, onde vimos uns caranguejos bonitinhos, peixinhos e ouriços do mar.

Foi muito legal.
O restante do dia ficamos em Mucugê mesmo.


Na parte da tarde a chuva ficou persistente.

Arraial d'Ajuda

Tomamos café da manhã (maiores detalhes na postagem específica do Hotel) e resolvemos ficar na praia de Mucugê, com suas piscinas naturais feitas pelos recifes com a baixa da maré na praia de Mucugê.

O dia estava um pouco indefinido no que diz respeito ao clima (predominantemente ensolarado, mas com nuvens passageiras que rapidamente era substituída por um sol muito convidativo!).
A água desta praia está com temperatura agradável, bem clarinha (podemos ver nossos pés dentro da água), e os recifes que ficam descobertos com a maré baixa permitem uma caminhada que nos faz sentir como se estivéssemos andando sobre o mar! É muito bonito mesmo o local.
Almoçamos num self service no centro, que é a churrascaria do Joildo (self service com churrasco), que tem uma grande variedade de sobremesas e pratos quentes (incluindo os típicos e frutos do mar) e o preço é incrível (cerca de 23 reais o Kg).
Passeamos pelo centro de Arraial, pelas lojinhas, Santuário Nossa Senhora d’Ajuda (o mais antigo do país), cuja parte posterior proporciona uma vista de tirar o fôlego!

A estrada Mucugê é uma gracinha, mas o charme mesmo é percebido à noite, quando as luzes das decorações fazem um espetáculo à parte! Um local mito romântico e belíssimo! E o beco das cores então! Um charme só!

À noite passeamos pelo Shopping d’ Ajuda,
Beco das Cores e aproveitamos pra tirar algumas fotos.

Demos até uma passadinha rápida na capital Argentina, como podem ver na foto!

Comemos uma pizza na Pizzaria do Binho, com música ao vivo, e parecia ser bem agradável (lugar até legal, pizza com qualidade e preço razoáveis, porém atendimento muito fraco e deixou muito a desejar – erraram o pedido, serviram uma caipi (9 reais) cheia de cisquinhos de abacaxi e hortelã - pois haviam feito uma de abacaxi com hortelã antes - faltam produtos que constam no cardápio, e o pior de tudo, servem maionese em bisnagas não refrigeradas! Um absurdo! Quase fiz um Auto de Infração!). Era melhor se tivéssemos repetido as esfihas!
Fomos a uma agência de turismo chamada Arco Íris, para adquirirmos informações sobre o local e idas a Trancoso, Curupipe e Espelho (50 reais por pessoa).
Obs: Subimos o tal morro a passos bem largos e rápidos e descemos correndo (literalmente). Como o vento estava muito forte e caíam uns pinguinhos finos e esparços de chuva, fui com um casaquinho e uma toalha ROSA – isso mesmo, toalha – enrolada no pescoço e na cabeça.rs